Capital & Private Equity

Capital não é só quanto. É de quem, quando e com qual estrutura.

Da dívida estruturada ao private equity: preparamos a empresa, desenhamos a operação certa para o momento e conduzimos a captação até o dinheiro entrar.

ou faça antes o Diagnóstico de Maturidade Financeira

Quando a captação vira gargalo do crescimento

Capital errado, na hora errada, custa mais que capital nenhum. Antes de sair captando, é preciso saber qual estrutura serve ao momento.

01

O crescimento está limitado por capital de giro e a empresa vive rolando dívida cara de curto prazo.

02

Há um projeto de expansão parado esperando recurso, sem estrutura definida para financiá-lo.

03

Quer captar equity mas não sabe quanto vale, quanto diluir nem quem procurar.

04

Recebeu interesse de um fundo e está negociando o term sheet sem entendê-lo por completo.

05

Bateu na porta de bancos e ouviu não por falta de garantia ou de apresentação financeira.

06

Não sabe a diferença prática, para o seu caso, entre dívida, equity, mezanino ou um sócio estratégico.

Estrutura certa, parceiro certo, processo conduzido

Estruturamos o acesso a capital em todas as suas formas, do crédito estruturado às operações de private equity. Preparamos a empresa financeira e estrategicamente, conectamos ao parceiro ou instituição certos e conduzimos o processo até o fechamento. O foco não é apenas captar recursos, mas garantir que o capital entre com a estrutura, o timing e o propósito adequados para gerar valor real e sustentável.

ESTRUTURA · QUAL CAPITAL, QUANTO, POR QUANTO TEMPO PREPARAÇÃO · NÚMEROS, GOVERNANÇA, DATA ROOM PROCESSO · MERCADO, NEGOCIAÇÃO, FECHAMENTO
Etapa 1
Estrutura
A decisão anterior à captação

Antes de procurar quem tem o dinheiro, definimos que dinheiro faz sentido: montante, prazo, custo e efeito sobre o controle.

  • Diagnóstico da necessidade e da finalidade
  • Capacidade de endividamento e cobertura de dívida
  • Escolha do instrumento (crédito, mezanino, equity, sócio)
  • Impacto no balanço, no caixa e no controle
  • Objetivo dos sócios quanto a diluição e saída
Etapa 2
Preparação
Deixar a empresa apresentável

Capital entra onde há confiança. Organizamos números, narrativa e documentos para que a empresa se apresente com credibilidade.

  • Valuation e equity story (para equity)
  • Modelo financeiro e projeções
  • Adequação de governança e de reporting
  • Organização do data room
  • Materiais de captação (teaser, apresentação, memorando)
Etapa 3
Processo
Conduzir até o desembolso

Aproximação com os parceiros certos, condução da negociação e acompanhamento até o dinheiro entrar na conta.

  • Mapeamento de investidores e instituições
  • Aproximação e apresentação da oportunidade
  • Recebimento e comparação de propostas
  • Negociação de term sheet e coordenação da due diligence
  • Contratos e acompanhamento até o closing

Instrumentos que estruturamos

Não trabalhamos com um produto só. A recomendação sai do diagnóstico, não de uma prateleira fixa.

Crédito estruturado

Recebível como lastro

  • FIDC e securitização de recebíveis
  • CRI e CRA
  • Debênture e nota comercial
  • Operações com garantia real ou fidejussória
Dívida bancária e de fomento

Linhas tradicionais

  • Capital de giro e conta garantida estruturada
  • Financiamento de investimento (Finame e afins)
  • Linhas de bancos de desenvolvimento e fomento
  • Renegociação e alongamento de perfil
Capital híbrido

Entre dívida e equity

  • Mezanino
  • Dívida conversível
  • Venture debt
  • Instrumentos com participação no resultado
Equity

Um novo sócio

  • Private equity e venture capital
  • Family office e investidor-anjo qualificado
  • Sócio estratégico do setor
  • Club deal e co-investimento

Entregáveis ao longo do processo

Da recomendação de estrutura aos materiais de captação e ao acompanhamento até o desembolso.

01

Diagnóstico de necessidade de capital

Quanto, para quê, por quanto tempo e qual a capacidade de endividamento.

02

Recomendação de estrutura

Instrumento, montante, prazo, custo estimado e efeito no controle.

03

Valuation e equity story

Para operações de equity: faixa de valor e narrativa de investimento.

04

Modelo financeiro e projeções

Cenários, uso dos recursos e trajetória de retorno.

05

Materiais de captação

Teaser, apresentação ao investidor e memorando da operação.

06

Data room e checklist

Ambiente organizado e lista de due diligence por área.

07

Lista de investidores e instituições

Contrapartes-alvo e estratégia de aproximação.

08

Análise de term sheets

Comparação de propostas e apoio à negociação dos termos.

09

Acompanhamento até o desembolso

Coordenação de assessores e das condições até o closing.

Do diagnóstico ao desembolso

01

Diagnóstico e estrutura

Necessidade, capacidade de dívida e objetivo dos sócios, com a definição do instrumento e do montante certos para o momento.

Semanas 1 a 4
02

Preparação

Valuation e equity story quando for equity, modelo financeiro, adequação de governança e organização do data room.

Semanas 3 a 8
03

Mercado

Aproximação com investidores e instituições, apresentação da oportunidade e recebimento de propostas.

Mês 2 a 5
04

Negociação e fechamento

Term sheet, due diligence, contratos e acompanhamento até o desembolso ou o closing da operação.

Mês 4 a 7

Três formas de começar

Do diagnóstico de estrutura à condução completa de uma operação de dívida ou de equity.

Diagnóstico de Capital

Qual estrutura faz sentido

Análise da necessidade, da capacidade de endividamento e do objetivo dos sócios, com recomendação de estrutura.

Escopo fechado

Captação de Dívida Estruturada

Crédito com estrutura

Estruturação e colocação de operação de crédito: FIDC, CRI, CRA, debênture, nota comercial e afins.

Estruturação + colocação
Mais contratado

Captação de Equity

Private equity ou sócio estratégico

Do valuation ao closing da entrada de um fundo ou de um sócio, com preparação, processo e negociação.

Retainer + success fee

Perguntas diretas

Vocês emprestam ou investem na empresa?

Não. A Vertex é assessora: estrutura a operação, conecta com quem tem o capital e conduz a negociação. Isso mantém o nosso interesse alinhado ao seu, e não ao de um fundo específico.

Equity ou dívida, o que é melhor?

Depende da finalidade, do fluxo de caixa e de quanto controle você quer manter. Dívida não dilui, mas pesa no caixa; equity não pesa no caixa, mas divide o negócio e traz um sócio. O diagnóstico compara para o seu caso.

Minha empresa é atraente para private equity?

Fundos olham porte, crescimento, margem, governança e potencial de saída. Se ainda não há esse encaixe, pode haver para crédito estruturado, mezanino ou um sócio estratégico.

Quanto custa captar?

Varia com o instrumento. Operações de crédito estruturado têm custos de estruturação e de distribuição; operações de equity costumam combinar retainer e success fee. Detalhamos tudo no mandato.

Quanto tempo demora?

Dívida estruturada, de 2 a 5 meses. Equity ou private equity, de 4 a 9 meses, conforme a preparação da empresa e a due diligence.

Preciso abrir todos os números?

Para investidores e instituições, sim, sob NDA e de forma faseada. Parte do nosso trabalho é organizar essa informação para que ela ajude, e não atrapalhe, a captação.

Comece pelo diagnóstico de capital

Uma conversa para entender a necessidade, o momento e o apetite dos sócios, e então a recomendação de estrutura.

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