As decisões estratégicas dependem sempre do fundador e travam quando ele não está.
Conselho consultivo ou de administração, rituais de gestão e indicadores que tiram a empresa da decisão no improviso e a colocam num método.
ou faça antes o Diagnóstico de Maturidade FinanceiraGovernança não é sobre tamanho de empresa, é sobre complexidade de decisão. Quando o negócio cresce e a decisão continua concentrada, ela vira gargalo.
As decisões estratégicas dependem sempre do fundador e travam quando ele não está.
Não há reunião estruturada de resultados; quando há, é sobre operação, não sobre estratégia.
Cada área tem sua meta, mas não existe um painel único que o dono acompanhe.
Os sócios discordam sobre o rumo e não há foro para resolver isso fora do calor do dia a dia.
A empresa quer captar ou vender, e o investidor vai perguntar quem é o conselho.
Falta gente de fora, sem interesse na operação, para questionar e trazer repertório.
Implantamos estruturas de governança que elevam o nível de gestão e a qualidade das decisões estratégicas. Conselhos, rituais executivos e acompanhamento contínuo para empresas que escalam, desenhados na medida do momento do negócio.
Consultivo ou de administração, é o foro onde a estratégia é debatida com gente de fora, com pauta, calendário e deliberação registrada.
A cadência que conecta a operação à estratégia: reunião de resultados, comitês e plano trimestral, com dono, prazo e responsável.
Sem informação confiável, não há governança. Montamos o painel, o orçamento e as regras que sustentam a decisão.
Governança bem feita não é papel na gaveta. São quatro frentes que juntas criam o hábito de decidir com foro, prazo e responsável.
Documentos que instalam a governança e, depois, os artefatos recorrentes que a mantêm viva.
Órgãos, papéis, composição e matriz de alçadas.
Regras de funcionamento, quórum, competências e periodicidade.
Competências desejadas e apoio à seleção, na nossa rede e fora dela.
Agenda de reuniões e roteiro de cada tipo de encontro.
Template do material mensal e do painel de indicadores.
Diretrizes, prioridades e caderno de metas para o ciclo.
Registro das decisões, com responsáveis e prazos.
Condução das reuniões, atas e follow-up, e/ou cadeira de conselheiro.
Como as decisões são tomadas hoje, quem decide o quê, que informação existe e onde estão os atritos entre sócios.
Semanas 1 a 3Tipo de conselho, comitês, alçadas, calendário e modelo de informação, dimensionados ao porte e ao momento.
Semanas 3 a 6Seleção de conselheiros, primeira rodada de reuniões, montagem do painel e do pacote de conselho.
Meses 2 a 4Condução das reuniões, secretaria de governança e evolução do painel e do plano estratégico até a governança rodar sozinha.
ContínuoDo projeto pontual de desenho à presença permanente de um conselheiro da Vertex na sua mesa.
Mapa da governança atual e projeto da estrutura-alvo, com regimentos, calendário e modelo de informação.
Do desenho à condução das primeiras rodadas de reunião, até a governança funcionar sem depender de nós.
Um profissional da Vertex ocupa uma cadeira no conselho consultivo, com pauta financeira e estratégica.
Um conselho consultivo faz sentido bem antes do que a maioria imagina. Não é preciso ter estrutura formal de sociedade anônima; é preciso disciplina de reunião e gente de fora na mesa.
Vira, se for mal desenhado. Bem feito, ele acelera a decisão: cria foro, prazo e responsável, e tira do fundador o peso de decidir tudo sozinho.
Ajudamos a definir o perfil e a buscar candidatos, na nossa rede e fora dela. A escolha final é sempre dos sócios.
É justamente um dos motivos para ter. O conselho cria um espaço estruturado, com terceiros, para tratar divergência de rumo sem contaminar a operação.
Consultoria entra, entrega um projeto e sai. Governança é permanente: instala um método de decisão que fica na empresa depois que saímos.
O desenho leva de 4 a 6 semanas. A governança costuma pegar de verdade após três a quatro ciclos de reunião, ou seja, cerca de um semestre.
Uma conversa para entender como a empresa decide hoje e o que falta para profissionalizar a gestão.
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