Quase tudo está no nome das pessoas físicas, exposto aos riscos do negócio e a processos.
Estrutura de holding, sucessão planejada e governança familiar em um só desenho: menos imposto na transmissão, menos disputa e o negócio de pé quando a liderança mudar.
ou faça antes o Diagnóstico de Maturidade FinanceiraA maioria das empresas familiares chega ao ponto de maior valor sem nunca ter organizado como esse valor se protege e como ele passa adiante. É aí que entramos.
Quase tudo está no nome das pessoas físicas, exposto aos riscos do negócio e a processos.
Não há testamento nem acordo entre os herdeiros: a sucessão, hoje, seria decidida no inventário.
Um inventário levaria anos e consumiria uma fatia relevante do patrimônio em imposto, honorários e custas.
Os filhos têm envolvimento desigual na empresa e não existe regra combinada sobre isso.
A sociedade não tem acordo de sócios: entrada de cônjuge, saída, falecimento e venda de quota estão em aberto.
O plano de sucessão existe "na cabeça do fundador" e nunca foi escrito.
Desenvolvemos estruturas integradas para proteção e transmissão de patrimônio, com planejamento sucessório que minimiza conflitos, reduz carga tributária e garante a continuidade do negócio e da riqueza familiar pelas gerações. Estrutura, sucessão e governança são desenhadas juntas, não em projetos separados.
Organizamos os ativos numa arquitetura societária clara, que separa o risco da operação do patrimônio da família e dá rastreabilidade a cada bem.
Definimos, ainda em vida, como e para quem o patrimônio se transfere, com o menor custo tributário possível e sem abrir mão do controle.
Escrevemos as regras do jogo entre família, sociedade e patrimônio, para que a próxima geração herde também um método de decisão.
Não existe estrutura padrão. Combinamos os instrumentos abaixo conforme o perfil do patrimônio, a composição da família e o momento do negócio.
Um conjunto de artefatos que deixam a estrutura pronta para ser implementada pelos assessores jurídico e contábil, e revisada quando a lei ou a família mudarem.
Bens, dívidas, seguros, participações e investimentos, por titular e por CNPJ.
Onde o patrimônio está vulnerável a credores, litígios e ao próprio inventário.
Desenho societário e patrimonial proposto, com o fluxo de controle e de renda.
Custo de hoje versus estrutura proposta, incluindo implementação e ITCMD projetado.
Contrato social da holding, acordo de sócios, doação com usufruto e testamento.
Princípios, regras de convivência entre família e empresa e regimento do conselho de família.
Ordem das etapas, responsáveis, prazos e plano de contingência para o período de transição.
O que reavaliar a cada ano e a cada evento relevante (nascimento, casamento, venda, mudança na lei).
Levantamento de bens, dívidas, seguros, regime de casamento, herdeiros e estrutura societária atual, com uma conversa com a família sobre objetivos e expectativas.
Semanas 1 a 3Modelagem da holding, do plano sucessório e da governança, com simulação tributária e apresentação de cenários para a decisão da família.
Semanas 3 a 6Constituição das pessoas jurídicas, integralização de bens, registros, doações, assinatura dos acordos e do testamento, coordenados com o jurídico e a contabilidade, e comunicação à família.
Meses 2 a 5Conselho de família instalado, rituais definidos e revisão anual da estrutura e do plano à luz de mudanças na lei, no patrimônio e na família.
ContínuoEscopo e investimento são definidos após o diagnóstico, conforme o número de imóveis e empresas, a composição da família e a complexidade da estrutura atual.
Mapa patrimonial, diagnóstico de risco, simulação tributária e recomendação de estrutura. Sem compromisso de seguir para a implementação.
Diagnóstico, desenho da estrutura, roteiro de minutas e coordenação da implementação junto aos assessores jurídico e contábil, até tudo assinado e registrado.
Condução do conselho de família, dos rituais de decisão e da revisão anual da estrutura e do plano sucessório.
Na maioria dos casos, sim, mas o desenho mudou. A organização societária, a proteção patrimonial e a economia de ITCMD seguem relevantes, e a perspectiva de alíquotas maiores torna o planejamento antecipado mais importante, não menos. Rodamos a simulação com as regras vigentes e as já aprovadas antes de recomendar qualquer estrutura.
Não. Coordenamos o trabalho: fazemos o diagnóstico, o desenho da estrutura e a simulação, e conduzimos a implementação junto com o seu advogado e o seu contador. Se você não tiver profissionais para essa etapa, indicamos parceiros.
Não. A doação de quotas com reserva de usufruto mantém você no controle das decisões e no recebimento dos rendimentos enquanto viver. O que se transfere é a nua-propriedade, e o restante consolida só na sua ausência.
Não existe blindagem absoluta. Estrutura montada quando já há dívida ou processo em curso pode ser desconsiderada como fraude contra credores ou à execução. Planejamento patrimonial é preventivo: funciona quando é feito antes, com propósito legítimo e com tempo.
Fazemos o desenho e a integração da parcela brasileira com a estrutura internacional. A constituição de entidades ou trust na jurisdição estrangeira é conduzida com assessoria local, e nós coordenamos as duas pontas.
O diagnóstico leva cerca de três semanas. A implementação completa costuma levar de três a seis meses, conforme o número de imóveis e empresas, o registro dos bens e a dinâmica de decisão da família.
Uma conversa para entender a estrutura e os objetivos da família, seguida de um diagnóstico patrimonial e sucessório estruturado. Sem compromisso de contratação.
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